Mudanças sociais, econômicas, tecnológicas e de valores vem ocorrendo em velocidades cada vez maiores, modificando o meio e exigindo respostas ágeis frente ao ambiente de negócios em constante mutação. E já que estamos falando de mudanças, qualquer um de nós pode adotar um dos quatro comportamentos mais usuais frente às mudanças: sofredor, crítico, observador e navegador.

O sofredor é aquele que sofre por antecipação, não interpreta o ambiente à sua volta e isso o deixa numa posição passiva, o que o deixa paralisado.

O crítico é aquele que sempre acha algum defeito em tudo o que ocorre, acreditando que as mudanças não darão certo e torce para isso, tentando satisfazer sua condição negativista.

O observador é aquele que fica “em cima do muro” inicialmente, vendo por onde as águas caminharão e verificando se acompanha ou não a “onda” junto aos outros.O observador espera antes de se decidir.

O navegador é aquela pessoa que adota comportamento de aceitação inicial das mudanças, “surfando” nas novas formas de se fazer as coisas. Pode, às vezes, se precipitar. Geralmente, nos processos de mudança, a proporção de sofredores é a que possui o maior número de integrantes, vindo em seguida, pela orem, críticos, observadores e navegadores.

Se as lideranças desejam tornar a mudança sustentável, então necessitam de pelo menos um terço de pessoas navegadoras, pois é a partir dessa proporção que a mudança tem condições de ocorrer devido à energia da inconsciente coletivo. O inverso também é verdadeiro. Se um terço lutar contra, dificilmente a mudança se propaga. Por isso que nos processos de mudança é necessário ambiente de transparência, cooperação e comunicação intensa para que os líderes possam efetivamente fazer a mudança acontecer.

Este artigo foi extraído do site:  www.abtd.com.br / Por: Beto Ruggiero

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